Professor Adjunto do Departamento de Clínica Médica da Universidade Federal do Paraná.
Coordenador da Residência em Ecocardiografia do Complexo Hospital de Clínicas da UFPR.
Projeto de extensão E-book Interativo de Casos Clínicos em Cardiologia: Integração Universidade, SUS e comunidade (2025–).
§ 02 — Disciplinas
Disciplinas na UFPR
Graduação em Medicina
Cardiologia
Propedêutica Médica I
Trabalho de Curso 3 em Clínica Médica
Pós-graduação (mestrado e doutorado)
Temas Emergentes I — Inteligência Artificial Aplicada à Pesquisa Clínica, no Programa de Pós-Graduação em Medicina Interna e Ciências da Saúde (15 horas, 2º semestre de 2026)
§ 03 — Orientações
Orientações
Pós-graduação concluídas
DoutoradoAdriano Senter Magajevski. Avaliação dos parâmetros hemodinâmicos em pacientes portadores de fibrilação atrial isolada submetidos ao estresse ortostático. UFPR, 2019.
MestradoEduardo Henrique Bonotto. Strain do átrio esquerdo na ecocardiografia com estresse para avaliação de isquemia miocárdica. UFPR, 2023.
MestradoMariana de Cassia Silva de Oliveira. Alterações distintas nos padrões hemodinâmicos que culminam com a síndrome da taquicardia ortostática postural. UFPR, 2022.
Mestrado (coorientação)Thaís Rossoni Weber da Silva. Correlação entre neuropatia autonômica vascular e cardiomiopatia diabética no diabetes tipo 1. UFSC, 2019.
Graduação
Em andamento: dois trabalhos de conclusão de curso e duas iniciações científicas (2025–) sobre modelos de inteligência artificial para reconhecer e graduar valvopatias — insuficiência tricúspide, estenose aórtica e estenose mitral.
Concluídos: sete trabalhos de conclusão de curso (2023–2024), sobre elastografia hepática e cardiotoxicidade por quimioterapia, e uma iniciação científica (2022) sobre risco cardiovascular com inteligência artificial e ecocardiografia.
Oito monitorias em cardiologia (2022–2023).
§ 04 — O livro
O Pesquisador Amplificado®
O Pesquisador Amplificado®: julgamento científico na era da inteligência artificial
Como médicos, pesquisadores, docentes e estudantes podem usar inteligência artificial na pesquisa científica sem abrir mão do método, da responsabilidade e do julgamento humano — porque a pesquisa com IA começa pela responsabilidade, não pelo prompt.
Fig. 2 — Mesa de debate no 15º Congresso do DIC, Curitiba, 2026.
15º Congresso do Departamento de Imagem Cardiovascular da SBC — Curitiba, 15 a 17 de outubro de 2026
Presidente da Comissão Científica.
Palestra: Como avaliar o uso de inteligência artificial em estudos diagnósticos? — na sessão “IA no meu dia a dia: ela já está no meu laudo!”, que também moderei (15/10).
Palestra: Strain do átrio esquerdo na prática: quando pedir, como medir e quando muda a conduta — na sessão “Função diastólica na prática clínica” (15/10).
Moderação: Simpósio Mayo Clinic/DIC — Human and Artificial Intelligence: Driving Innovation and Better Care in Cardiology (15/10).
Debatedor na apresentação de temas livres (16/10).
81º Congresso Brasileiro de Cardiologia e World Congress of Cardiology 2026 — 8 a 10 de outubro de 2026
Coordenação: Hot Session Imagem cardiovascular no paciente crítico: decisões em minutos (8/10).
Palestra: Insuficiência mitral e TEER: quando devemos intervir? — na sessão do Departamento de Imagem Cardiovascular “Terapias Avançadas em Valvopatias em 2026: Imagem, Intervenção e o Heart Team Moderno” (8/10).
Palestra: Novas recomendações na avaliação da função diastólica — na Hot Session “ICFEp no Consultório: além da Fração de Ejeção Preservada” (9/10).
Como avaliar o uso de inteligência artificial em estudos diagnósticosQue perguntas fazer a um estudo que testa uma ferramenta de IA em imagem cardiovascular — da população estudada à validação externa — antes de levá-la para o laudo.
ii.
Strain do átrio esquerdo na prática: quando pedir, como medir e quando muda a condutaIndicações, técnica de aquisição e interpretação do strain atrial, e as situações em que o resultado altera a decisão clínica.
iii.
Insuficiência mitral e TEER: quando devemos intervir?O papel da ecocardiografia na seleção de pacientes com insuficiência mitral para o reparo transcateter borda a borda (TEER) e na definição do momento da intervenção.
iv.
Novas recomendações na avaliação da função diastólicaO que mudou nas diretrizes para estimar as pressões de enchimento do ventrículo esquerdo e como aplicar as novas recomendações no exame de rotina.